Conferencistas

André Magalhães, A Barca – Ceará, Brasil

www.barca.com.br

Músico baterista e percussionista, produtor musical e cultural.

Integrante do grupo A Barca, participou como produtor musical no projeto Turista Aprendiz, prêmio Rodrigo Melo Franco (IPHAN), no qual realizou gravações envolvendo mestres e grupos de cultura popular em 9 estados brasileiros, coletando cerca de 300 horas de músicas e imagens com os mestres e comunidades. O projeto gerou CDs, um longa metragem e sete curtas metragens. Através da  “Fundação Casa Grande”, Nova Olinda  no Cariri/CE, realiza junto aos meninos e meninas atendidos pela instituição, projetos de formação de registro e acervos em áudio, vídeo, e rádio, voltados à educação patrimonial. Proprietário do Estúdio Zabumba onde produziu diversos projetos na área musical, entre eles “PontoBR”,  Prêmio da Musica Brasileira 2012, DVD/CD “Boi do Maracanã, e os Cds do grupo Barbatuques. Com povos Indígenas, registrou as aldeias “Guaranis”, os “Kariris Xocós” (AL), e os “Timbiras”, (MA/PA/TO). Atua como coordenador e diretor de palco de eventos nacionais e internacionais como “Mercado Cultural Bahia”, “Brasil Rural Contemporâneo”, “Semana da Canção Brasileira”, entre outros. Com o grupo “Barbatuques”, atua como diretor técnico, pelo qual participa de tournés no Brasil e exterior.

Aorélio Domingues, Associação  de Cultura Popular Mandicuera – Paraná, Brasil

http://mandicuera.com/

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Artista popular, tocador, mestre folião e construtor de instrumentos tradicionais do fandango e das folias. Coordenador dos projetos da Associação de Cultura Popular Mandicuera , representa a nova geração de fandangueiros e foliões paranaenses, a frente de projetos de educação, integração comunitária e geração de renda no litoral do estado. Idealizador da Orquestra Rabecônica do Brasil

 

Artur Fernandes, Instituto Piaget – Águeda, Portugal

http://dancasocultas.com/

artur fernandes -® Maria Joa¦âo Marques

Formação musical assente em áreas complementares: De um lado, a música folclórica, desde os 13 aos 28 anos ao toque do Acordeão Diatónico (Concertina, semelhante à Gaita Ponto no Sul do Brasil) em agrupamentos folclóricos locais e em casa duma longa família de músicos em Águeda. Do outro lado a música erudita, desde os 18 aos 30 anos ao toque do Saxofone no Conservatório de Aveiro e nas pautas da Composição na Universidade de Aveiro.

Atividade artística dividida entre a revificação de Música Tradicional e a criação de “Música Tradicional Imaginária” com Danças  Ocultas (6 álbuns editados e concertos em 18 países da Europa, África e Ásia) com outros projectos artísticos pontuais relacionados com a tradição, ou como convidado de outros artistas em áreas como o Pop/Rock, Tradicional, Jazz, Popular. Compositor de música para Cinema, Teatro e Dança Contemporânea.

Actividade pedagógica repartida entre o ensino do Acordeão Diatónico na d’Orfeu – Associação Cultural em Águeda (Co-Fundador) de 1995 a 2009, orientador de Estágios e Workshops em Portugal, Espanha e França, e o ensino de Composição e outras disciplinas musicais no Instituto Piaget / Viseu nas Licenciaturas em Música e em Educação Musical desde 1999/2000.

Celina da Piedade

www.celinadapiedade.com

CELINA DA PIEDADE PORTRAIT FOR COVER CD AND PROMOTION

Colaboradora e presidente honorária da Associação PédeXumbo. Musicista e professora, colaboradora em diversos grupos e edições musicais como Rodrigo Leão, Mayra Andrade, Antonio Chainho, Uxu Kalhus, Homens da Luta, entre outros, para além do seu trabalho a solo.
Pós-graduada em Estudos de Música Popular da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Licenciada em História, ramo Patrimônio Cultural, com estudos extra-curriculares na área de Música (História da Música e Etnomusicologia) pela Universidade de Évora. O seu entusiasmo pela música e dança tradicionais fez com que se tornasse numa das instrumentistas mais prolifticas desse meio em Portugal. Tem participado em centenas de bailes e oficinas de música folk. Dedica-se activamente ao estudo e divulgação do património musical alentejano. Lançou em 2012 o seu primeiro trabalho musical a solo, um disco duplo com o titulo “Em Casa”.

Domingos Morais (ESTC/IELT / Oeiras, Portugal)

www.ielt.org

DM - Brasil 02

Músico, Membro do IELT (Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa), Membro da direção do Movimento Português de Intervenção Artística e Educação pela Arte e do CID (Conselho Internacional da Dança), Professor da Escola Superior de Teatro e Cinema (2000 a 2011), Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian para projetos de desenvolvimento curricular (de 1990 a 2000) e Assessor do Serviço de Animação, Criação Artística e Educação pela Arte, ACARTE (1991 a 1999), Investigador convidado do Museu de Etnologia de Lisboa (Centro de Estudos de Antropologia Cultural e Social do IICT e Serviço de Educação – (1982 a 1992), Consultor da Westdeutscher Rundfunk Kolnn (1985 e 1987), Membro do Conselho Consultivo do Instituto Português do Património Cultural (1985 a 1990), da Comissão Instaladora do Museu da Música Regional Portuguesa (1987 a 1990), da Linha de Acção de Recolha e Estudo de Literatura Popular Portuguesa do INIC (1987 a 1991), Professor na Escola Superior de Educação pela Arte (1975 a 1982), Sócio fundador da Associação Portuguesa de Musicoterapia (1996), do Centro de Estudos João dos Santos (1992), da Associação Portuguesa de Animadores Culturais (1976) e da Associação Portuguesa de Educação Musical (1973), autor de livros, artigos, programas e filmes sobre educação artística, etnomusicologia e desenvolvimento curricular e de música para cinema, teatro e televisão.

Guilherme Romanelli, UFPR – Curitiba, Brasil

Iniciou seus estudos de violino em 1980, com a professora Bianca Bianchi. Em 1988, foi premiado no concurso nacional de violino “Paulo Bosísio”, no Rio de Janeiro. Começou a estudar viola em 1989. Nos Estados Unidos, entre 1993 e 94, prosseguiu seus estudos e foi premiado em diversos concursos. Como instrumentista, participou de diversas orquestras e grupos de música de câmara, apresentando-se no Brasil e no exterior e gravando diversos CDs. Atualmente é aluno dos professores Marco Damm – PR, e Paulo Bosísio – RJ. Formou-se pela FAP em 1997 e em 2000 concluiu seu mestrado em educação pela UFPR. Participou de 11 Oficinas de Música de Curitiba e foi professor de viola e violino em diversos festivais nacionais. Entre 2000 e 2003 foi violista da OSP e desde 2003 é professor do Departamento de Teoria e Prática de Ensino da UFPR. Na área de pesquisa, apresentou trabalhos científicos em diversos congressos nacionais com publicações. Em 2005 ministrou uma oficina e duas conferências na Lituânia. Entre 2006 e 2007 e em 2009 foi coordenador de cultura da UFPR. É um dos autores dos livros A [des] Construção da Música na Cultura Paranaense – Ed. Aos Quatro Ventos, Práticas de Ensinar Música – Ed. Sulina, A escola criativa: um diálogo entre neurociências, artes-visuais e música – Ed. Melo; e Conteúdo, metodologia e avaliação do ensino das artes – CIPEAD-UFPR.  Defendeu sua tese de doutorado em educação na linha de pesquisa Escola, Cultura e Ensino da UFPR em 2009 e coordenou o Programa de Musicalização Infantil da UFPR entre 2009 e 2010. Atualmente, ministra aulas nos cursos de Pedagogia, Educação Musical e Tecnologia em Construção de Instrumentos, orienta alunos de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Música da UFPR.

Ivan Vilela (USP / São Paulo, Brasil)

www.ivanvilela.com.br

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Doutor em Psicologia Social pela USP e Mestre em Composição Musical pela UNICAMP. Formado em Composição Musical pela UNICAMP. Desde 2004 é professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo onde leciona História da Música Popular Brasileira, Percepção Musical, Música de Câmara, e Viola Brasileira.  Com seus CDs foi indicado a vários prêmios voltados à Cultura e à Música Brasileira como Prêmio IBAC (Instituto Brasileiro de Arte e Cultura), Interações Estéticas – FUNARTE, Prêmio Rival BR de Música Popular Brasileira, Medalha Carlos Gomes da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, SP, Prêmio Sharp, Medalha Carlos Gomes da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo, Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) dentre outros.

Possui intensa atividade como instrumentista, compositor e arranjador atuando como solista e junto a grupos.

Ramon Almuinha (A Central Folque / Santiago de Compostela, Galícia)

www.folque.com

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Diretor artístico, pesquisador, professor e produtor Licenciatura em História pela Universidade de Santiago de Compostela (Galícia). Pós-graduado em Gestão de empresas na indústria da música pela Universidade Pompeu Fabra (Barcelona).

Elaborou o desenho pedagógico e organizativo do Conservatório de Música Tradicional e Folque de Lalín (2000-2007) atuando como Professor de História da Música Popular, coordenador do Centro de documentação e programador artístico. Foi membro do Conselho Assessor do Arquivo Sonoro de Galicia (Consello da Cultura Galega).

Foi sócio-fundador e diretor artístico da “Ouvirmos” primeira empresa especializada em patrimônio musical galego. Sócio-fundador da distribuidora musical Lonxa cultural.

Atualmente é diretor artístico de aCentral Folque-Centro Galego de Música Popular .

Ricardo Breim (Espaço Musical / São Paulo, Brasil)

www.espacomusical.com.br

Define-se como alguém que procura trazer para o seu percurso de músico e educador a formação de engenheiro eletrônico com mestrado em semiótica e as experiências de desenvolvimento humano aprendidas a partir das Inteligências Múltiplas e dos trabalhos no Instituto Gurdjieff, entre outras.

Atuou como compositor, pianista e arranjador em muitas produções ligadas à canção popular, em grupos vocais e instrumentais (inclusive a Orquestra Jazz Sinfônica), na direção musical da primeira montagem paulista da peça “Os Saltimbancos” (adaptada por Chico Buarque de Hollanda), na trilha do filme “A Dama do Cine Changai” (premiada no Festival de Gramado) – e integrou conjuntos como o vocal Quintaessência e o Grupo Rumo, entre outros.

Participou da equipe que redigiu o documento de Artes dos Parâmetros Curriculares Nacionais (MEC-1997), fez a coordenação pedagógica do PAM – Projeto Alfabetização Musical e do Projeto Monitores Corais (Secretarias de Educação e de Cultura do Estado de São Paulo) e participou da equipe que elaborou o primeiro ENADE – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes dos cursos superiores de música existentes no país.

Em maio de 2006 defendeu na Câmara e no Senado, em Brasília, as suas idéias a respeito do papel da música na formação humana e apresentou propostas para a educação musical no país – iniciativa que contribuiu para a lei de agosto de 2008, que tornou obrigatório o ensino de música em todo o Brasil. No Espaço Musical, em São Paulo, escola que dirige desde 1985, sua contribuição mais recente para a educação musical é a estruturação do curso Formação de Músicos Educadores. Na versão patrocinada por empresas, esse curso seleciona e oferece formação gratuita a jovens de baixa renda que fazem estágio em escolas da rede pública e deverá atingir este ano a marca de cinco mil crianças atendidas.

Rui Junior, Toca Rufar – Seixal, Portugal

www.tocarufar.com

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Músico, compositor, director artístico, produtor, formador. Estudou percussão com os mestres Mustapha EI Iraki e Louis Mac Connell em Liège, na Bélgica e completou a sua formação musical enquanto autodidata.

Formador creditado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua do Ministério da Educação de Portugal.

Diretor Artístico e principal autor da Orquestra de Percussão Tradicional Portuguesa Tocá Rufar, fundada em 1996 e integrada na ADAT – Associação dos Amigos do Tocá Rufar, em 1999.

Diretor Artístico e coordenador do’ Festival Internacional de Percussão – Portugal a Rufar, organizado pela ADAT – Associação dos Amigos do Toca Rufar, que se realiza todos os anos no mês de Maio no Seixal, desde a 1° edição em 2005 ate ao presente, contando já com 7 edições.

Gestor e Diretor Artístico da empresa Artes e Idéias Sonoras, Produção de Eventos, Lda., desde a sua fundação em 1998.

Musico profissional desde 1981 acompanhou espetáculos e participou em obras discografias de artistas Portugueses como Julio Pereira, Fausto Jose Afonso, Jose Mario Branco, Sergio Godinho, Janita Salome, Vitorino, Rão Kyao, Jorge Palma, Antonio Pinho Vargas, Amélia Muge, João Afonso e Carlos Barretto.

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